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Prof. Diego


Revolução Industrial - cercamentos (EM Conde de Moreira Lima)

Cercamentos eram terras cercadas para a criação de ovelhas, cuja lã era usada na fabricação de tecido, principal  produto inglês na época. Os cercamentos foram criados a partir do século XVI. Antes disso, muitos camponeses estavam submetidos a uma relação de servidão. Seu senhor lhes  dava proteção militar e, em troca eles eram obrigados a trabalhar em suas terras. Por mais explorados que fossem, os servos tinham onde morar, plantar e criar alguns animais.

O senhor que cercava suas terras rompia esse laço de dever e libertava os servos de qualquer obrigação. Livres, porém expulsos das terras, os servos perdiam suas condições de sobrevivência e não tinham para onde ir. Assim, os cercamentos provocaram intensa migração do campo para a cidade. Nas cidades, os trabalhadores tinham como principal opção se submeterem aos baixos salários oferecidos nas fábricas. Estava constituída, assim uma massa de trabalhadores capaz de se sujeitar aos míseros salários pagos pelos donos das indústrias que surgiam nas cidades. 

Fonte:http://histoblogsu.blogspot.com/2009/06/os-cercamentos.html

 

 



Escrito por Prof. Diego às 15h12
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Reforma Protestante - EM "Conde de Moreira Lima"

A Reforma Religiosa

Foi o movimento que rompeu a unidade do Cristianismo centrado pela Igreja de Roma. Esse movimento é parte das grandes transformações econômicas, sociais, culturais e políticas ocorridas na Europa nos séculos XV e XVI, que enfraqueceram a Igreja permitindo o surgimento de novas doutrinas religiosas. A Igreja estava em crise, a burguesia crescia em importância, o nacionalismo desenvolvia-se nos Estados modernos e o Renascimento Cultural despertava a liberdade de Crítica. O aumento populacional somado às transformações que vêm junto com esse aumento acarreta em um baque entre a Igreja e essas transformações. Os intelectuais das cidades pensam hipóteses, passam a ter idéias, problemas que antes não existiam. O termo “Igreja Católica” é posterior ao Concílio de Trento, uma forma de diferenciação perante os protestantes. Antes só existia a Cristandade.

A esse movimento de divisão no cristianismo e surgimento das novas doutrinas dá-se o nome de REFORMA e à reação da Igreja, realizando modificações internas e externas, de CONTRA-REFORMA. Contudo, esse movimento foi precedido por várias manifestações nos séculos anteriores, mas nenhuma delas conseguiu o rompimento definitivo com a Igreja Romana. Dentre elas, vemos:


- Heresias Medievais (Arianismo, Valdenses, Albigenses);

- Querela de Investiduras (disputas entre os papas e os imperadores da Alemanha a partir de 1074, pelo direito de nomear bispos e abades. Só se resolve no século XII);

- Cisma do Ocidente – (Ocorrido em 1378, em que a Igreja passa a ser governada por TRÊS papas – ela se unifica em 1417);

- Movimentos Reformadores – John Wiclif (1320? -1384) e Jonh Huss (1369-1415).


Os primeiros questionamentos são referentes à questão das Indulgências (documentos assinados pelo papa, que absolviam o comprador de alguns pecados cometidos, diminuindo o tempo de sua pena no purgatório, era um comércio em vista da salvação), Simonia {comercialização de coisas sagradas (Cargos eclesiásticos, cobrança por sacramentos, objetos...)}, celibato, culto às imagens, excesso de sacramentos, atitude mundana do Alto Clero, dentre outras. Havia um abismo muito grande entre o que a Igreja pregava e o que fazia.

PRINCIPAIS REFORMADORES


REFORMA LUTERANA -
A Alemanha não está centralizada, é agrária e feudal. A Igreja possui um terço das terras. Há descontentamento geral. Vendo tantos abusos por parte do Clero, o monge agostiniano Martinho Lutero não se calou. Elaborou 95 teses e afixou-as na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, em 1517. A maioria era contra as indulgências. Principalmente as indulgências visando à construção da Basílica de São Pedro. Apoiado pela nobreza alemã, Lutero pôde divulgar suas idéias, calcada em dois princípios que se constituiriam no núcleo de sua doutrina: A Salvação somente pela fé e não pelas práticas religiosas e a Inutilidade dos Mediadores (Clero). Lutero foi excomungado em 1520. Ele queima publicamente a carta do papa (Bula papal), traduz a Bíblia para o Alemão, casa-se com uma ex-freira, fica abrigado na Saxônia. Eis suas reivindicações e críticas principais:

Substituição do Latim pelo idioma alemão nos cultos religiosos; Questiona a grande quantidade de sacramentos (Preserva dois sacramentos: batismo e eucaristia); Livre interpretação da Bíblia; Contra o Celibato; Rejeita a Hierarquia Religiosa da Igreja de Roma; pregava a Salvação pela fé; Negava a Transubstanciação – afirmava a Consubstanciação (misturados); Pecado Original: Marca do gênero Humano (nem Cristo, nem o Batismo o retiram);

O Luteranismo expandiu-se basicamente no Sacro Império Romano-Germânico e nos países escandinavos (Suécia, Noruega e Dinamarca), regiões essencialmente rurais, pouco desenvolvidas em termos comerciais. Através de suas idéias, eles desapropriam as terras da Igreja.

REFORMA CALVINISTA – J. Calvino (1509-1564) era francês, que inicia sua ruptura em Genebra, Suíça, por volta de 1536. Lá começa a publicar estudos sistemáticos sobre a nova religião. Funda uma nova doutrina que expande a Reforma. A burguesia dessa cidade havia adotado os princípios da reforma para lutar contra seu governante, o católico Duque de Savóia, o que favoreceu a atuação do reformador. Ele divergia de Lutero em alguns pontos, principalmente na questão da Salvação. Diferente de Lutero (salvação pela fé), ele defendia a idéia de que a fé não era suficiente, uma vez que o homem já nasce predestinado, ou seja, escolhido por Deus para a vida eterna ou para a sua condenação. Calvino tornou-se todo-poderoso, conseguindo impor sua doutrina, interferir nos costumes, nas crenças e na própria organização político-administrativa da cidade. O Calvinismo propagou-se rapidamente atingindo a França, a Holanda, a Inglaterra e a Escócia.

Eis algumas de suas teorias e questionamentos:



- A riqueza material era um sinal da graça divina sobre o indivíduo. Essa teoria é assimilada pela burguesia local, que justificava não só seu comércio, como também as atividades financeiras e o lucro a elas associado. Ele justifica as atividades econômicas até então condenadas pela Igreja romana.
- Grande rigidez na moral
- Questiona a Liturgia da Missa (simplifica com o Sermão, a oração e a leitura da Bíblia).
- Questiona o uso das Imagens (houve quebra-quebra nas paróquias locais)
- Acaba com os jogos, dança ida ao teatro...
- “O homem que não quer trabalhar, não merece comer.” afirma.
- Livre Interpretação da Bíblia;
- Nega o culto aos santos e a Virgem;
- Questiona a autoridade do Papa;
- Defende a separação entre a Igreja e o Estado;
- Questiona o Celibato do clero;
- Questiona a Transubstanciação (propõe uma presença material, o Cristo está presente, mas não materialmente).
- Ele cria um conselho para reger a vida religiosa em Genebra de “12 anciãos”. Eles julgavam, ditavam regras. Consistório de Genebra.
- A doutrina afirma que não há certeza da salvação;

 

REFORMA ANGLICANA – Os ingleses, durante a época dos Tudor, também criticavam os abusos da Igreja Romana, a ineficiência dos tribunais eclesiásticos e o favoritismo na distribuição de cargos públicos para membros do Clero, além de queixar-se do pagamento e do envio de dízimos para Roma. Durante o governo de Henrique VIII (1509-1547), a burguesia fazia pressão para o aumento do poder do parlamento. O rei, necessitando aumentar as riquezas do Estado, confisca as terras da Igreja, o que gera desentendimentos com o Papa. Isso se agrava quando o monarca solicita a anulação do casamento com Catarina de Aragão. Ele não tinha sucessores masculinos, temia que seu trono caísse em mãos espanholas. Toda a nação, com medo deste fato, apóia esse pedido. O Papa Clemente VII nega o pedido. O Rei rompe com o papado e faz uma reforma na Igreja Inglesa. Obriga seus membros a reconhecê-lo como chefe supremo e a jurar-lhe fidelidade e obediência. Obtém do clero inglês o divórcio e se casa com uma dama da corte, Ana Bolena. O Papa tenta intimidá-lo excomungando-o, mas não adianta.

Em 1534, Henrique VIII decreta o Ato de Supremacia, que consolida a separação entre a Inglaterra e o papa. Torna-se o chefe da Igreja de seu país. A Reforma anglicana, na prática, apresenta poucas modificações com a Igreja romana: Questiona o Culto aos santos; A autoridade máxima é o Rei e não o papa; Questiona o culto às relíquias; Prega a popularização da leitura da Bíblia. A Reforma anglicana resolveu, na prática, dois problemas para a monarquia: a questão da herança do trono e com a venda das terras da Igreja para a burguesia e nobreza, dá um suporte financeiro para a Coroa. O Anglicanismo se consolida no reinado de Elizabeth I, filha de Henrique VIII, que renova seu direito de soberania real sobre a Igreja, além de fixar os fundamentos da doutrina e do culto anglicano na Lei dos 39 Artigos, em 1563.


OBSERVAÇÃO - O Calvinismo também criou raízes na Inglaterra. Seus adeptos, os puritanos, iriam entrar em choque com os anglicanos, gerando inúmeros conflitos no século XVII, que levaram às imigrações maciças para a região da Nova Inglaterra, na América do Norte.

 

THOMAS MÜNTZER – Liderou uma revolta em 1524 com camponeses da região do Reno. Além de atacar a Igreja pela cobrança de dízimos, passam a reivindicar a reforma agrária e a abolição dos privilégios feudais. Ele afirmava ser Luterano. O movimento se espalhou por várias regiões alemãs com assaltos a castelos, queima dos mosteiros e roubo de colheitas. A essas manifestações, seguiu-se uma repressão violenta, apoiada por Lutero em prol da Nobreza alemã. Müntzer foi preso e decapitado e houve o massacre de milhares de camponeses. Ele foi um dos grandes pregadores do ANABATISMO (os convertidos são batizados na idade adulta, mesmo já sendo batizados quando criança). Tinham a necessidade de rebatizar os indivíduos, de separar a Igreja e o Estado, de abolir as imagens e o culto dos santos, queriam uma igualdade absoluta entre os homens, viver com simplicidade, pois todos eram inspirados pelo Espírito Santo. Foram fortemente reprimidos seja nos Estados Católicos, Luteranos ou Calvinistas.

 

CONTRA-REFORMA

 

O avanço do Protestantismo, não só neste momento, levou a Igreja Romana a se reorganizar. Foi um movimento de reação ao protestantismo. A Igreja precisava auto-reformar-se ou não sobreviveria, pois precisava, ainda, evitar que outras regiões virassem protestantes. Esse movimento de reforma interna já existia, mas é nesse momento que ele é aprofundado. Entre 1545 e 1563, foi convocado o CONCÍLIO DE TRENTO, onde houve reafirmações e mudanças. Dentre elas:


- Esclarece a Doutrina;
- Conserva os sete Sacramentos e confirma os Dogmas;
- Afirma a presença real de Cristo na Eucaristia;
- Inicia a redação de um Catecismo;
- Criação de Seminários para a formação de sacerdotes;
- Reafirma o Celibato, a veneração aos Santos e a Virgem;
- Aprova os Estatutos da Companhia de Jesus, criada antes do Concílio por Inácio de Loyola;
- Mantém o Latim como língua do Culto e tradução oficial das Sagradas Escrituras;
- Confirma como texto autêntico, a tradução de São Jerônimo, no século IV;
- Fortalece a Hierarquia e, portanto a unidade da Igreja Católica, ao afirmar a supremacia do Papa como “Pastor Universal de toda a Igreja”
- Reorganizou o tribunal da Inquisição ou Santo Ofício, que fica encarregado de combater a Reforma;
- Criação do “Índex” (índice), encarregada da censura de obras impressas, lista de livros cuja leitura era proibida aos fiéis;

As orientações do Concílio de Trento guiaram os católicos de todo o mundo durante 400 anos. Houve o Concílio Vaticano I (08/12/1869 - 20/10/1870), convocado pelo Papa PIO IX (1846-1878), mas que foi interrompido devido à Guerra Franco-Alemã que havia iniciado. As maiores mudanças começariam a acontecer apenas em 1962, quando o papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II (11/10/1962 a 07/12/1965), para redefinir as posições da Igreja e adequá-la às necessidades e desafios do mundo contemporâneo.

 

Juberto de O. Santos é professor de História, bacharel e licenciado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, lecionando atualmente em cursos pré-vestibulares e preparatórios. Quaisquer dúvidas: historiador_ufrj@yahoo.com.br

Fonte: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=918



Escrito por Prof. Diego às 13h02
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9º Ano - Ensino Fundamental

Orientações para o Trabalho da Feira do Saber 2008.

Em 2000, a ONU - Organização das Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8 Objetivos do Milênio que são 8 Jeitos de Mudar o Mundo. Neste ano, a Feira do Saber do Colégio Patrocínio de São José abordará os Objetivos do Milênio como tema. O tema a ser trabalhado pelo 9º ano, juntamente com os professores Diego (História) e Roberto (Geografia) será a meta número 3: Igualdade entre sexos e valorização da mulher.

Para maiores informações sobre os objetivos do milênio, sugiro que acessem o site www.objetivosdomilenio.org.br , além de outros que forem interessantes.

Deixarei aqui algumas sugestões de mulheres que marcaram a História, para pesquisa. Se alguem quiser pesquisar alguma não citada aqui, fique à vontade, mas por favor me avise. Bom trabalho a todos!

Sugestões:

Anita Garibaldi: http://www.brasilescola.com/historia/anita-garibaldi.htm

Mary Stuart: http://www.brasilescola.com/historia/maria-stuart.htm

Elizabeth: http://www.brasilescola.com/historia/elizabeth.htm

Margareth Thatcher: http://www.brasilescola.com/historia/margareth-thatcher.htm

Joana D'Arc: http://www.brasilescola.com/historia/joana-d-arc.htm

Tarsila do Amaral: http://www.tarsiladoamaral.com.br/

Zuzu Angel: http://www.zuzuangel.com.br/

Olga Benário: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u89.jhtm

Chiquinha Gonzaga: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u372.jhtm

Cecília Meirelles: http://www.releituras.com/cmeireles_bio.asp

Clarice Lispector: http://www.releituras.com/clispector_bio.asp

Cora Coralina: http://www.releituras.com/coracoralina_menu.asp

Aghata Christie: http://www.e-biografias.net/biografias/agatha_christie.php

Anne Frank: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u231.jhtm

Madre Teresa de Calcutá: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u360.jhtm

 

Outros sites:

http://epoca.globo.com/especiais/500anos/esp990531.htm

http://educacao.uol.com.br/biografias/

http://viveremalegria.blogspot.com/2008/03/grandes-mulheres-que-marcaram-histria.html

 



Escrito por Prof. Diego às 22h10
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Ensino Médio

Em função das semanas de provas, a entrega do trabalho sobre as Constituições fica marcada para o dia 31/11/2008 - sexta-feira.

Escrito por Prof. Diego às 21h32
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Constituição - 20 anos

Constituição 20 Anos

A Constituição brasileira completa vinte anos com um legado ambíguo. Deu ao país estabilidade política e um arcabouço de direitos fundamentais – mas só as emendas impediram que ela se tornasse uma barreira intransponível para o crescimento econômico.


Fábio Portela e Diego Escosteguy

Antonio Ribeiro
O LÍDER Ulysses Guimarães, que esteve à frente da Assembléia Constituinte: "Será a Constituição Cidadã, porque recuperará como cidadãos milhões de brasileiros.
O povo nos mandou aqui para fazê-la, não para ter medo"

 

A Constituição que agora completa vinte anos refletiu o arranjo das forças políticas dominantes no Brasil quando de sua promulgação. Isso é típico delas. Constituições não materializam consensos perfeitos, mas os acordos possíveis, e, como a história, são escritas pelos vencedores. "A Constituinte era composta de pessoas de todas as origens. Eram banqueiros, operários, ex-cassados, ex-guerrilheiros. Todos queriam estar representados. Queriam, a seu modo, melhorar o Brasil", lembra Bernardo Cabral, relator-geral da Constituição. Alguns impasses eram insolúveis, como provam os diversos temas consagrados no texto, mas deixados à espera de uma lei complementar. Até hoje há dezenas de artigos que aguardam regulamentação. Vista por esse prisma, a Carta deixa claro quanto ainda existe de dissenso na vida pública brasileira. Dois méritos se agigantam quando se fala da Constituição de 88. Assim que foi promulgada, ela se tornou um símbolo. Era o sinal de que, depois de 21 anos de ditadura militar, o país havia cumprido a transição democrática. Como na primeira hora, a Carta preserva essa força simbólica. Acima de tudo, ela deu ao país instituições funcionais, verdadeiras máquinas de resolver conflitos sem rupturas políticas dramáticas e paralisantes – e, fazendo isso, proporcionou ao Brasil um caminho trilhável para o futuro. Não é pouca coisa.

A primeira Constituição nos moldes democráticos foi promulgada nos Estados Unidos, em 1787. Era uma pequena carta de princípios, com apenas sete artigos – mas que garantiu o desenvolvimento político de uma das democracias mais civilizadas que o gênio humano produziu. Ali, frisavam-se a supremacia da lei e a garantia dos direitos individuais, como a liberdade e a propriedade. Promulgada logo depois, a Constituição francesa promovia ideais semelhantes. Naquele tempo, o Brasil era ainda um apêndice de Portugal. A primeira Constituição do país só seria promulgada em 1824, com a proclamação da independência. Enquanto os americanos, os ingleses e os franceses aprendiam aos poucos a criar uma democracia, os brasileiros viviam sob a tutela de soberanos (dom Pedro I e dom Pedro II) com poderes quase absolutos. As luzes da democracia só chegaram ao país em 1891, um século após nascer na Europa e nos Estados Unidos. No século passado, o Brasil conheceu apenas lampejos democráticos, intercalados com as longas sombras dos períodos autoritários. Antes da Carta de 88, foram quatro constituições e duas ditaduras – a de Getúlio Vargas e a dos militares. A cada terremoto institucional, seguia-se uma nova Constituição.

Em 1988, a tentativa constitucional parecia mais propensa a durar, até porque ela refletia os anseios de uma sociedade cansada de sustos institucionais. Seu DNA era, portanto, robusto e saudável. Ainda assim, a nova certidão de nascimento contém falhas congênitas. Um dos maiores estudiosos da história dos governos, o inglês S.E. Finer definiu desta forma as constituições: "Elas são códigos de normas que pretendem regular a distribuição de poderes, funções e deveres entre as várias agências do governo, e definir as relações entre eles e o povo". Aí se encontra, por assim dizer, o mínimo denominador comum de um texto constitucional, preocupado em separar os poderes, organizar o funcionamento do estado e garantir os direitos individuais dos cidadãos. A Carta brasileira não se contentou com as nobres funções definidas por Finer e, seguindo uma tendência das constituições no século XX, encantou-se com o dirigismo econômico a ponto de ameaçar o funcionamento da atividade produtiva.

É notório o detalhismo da Carta de 88. Quando se examinam os que ficaram de fora do texto final, nota-se a disposição dos constituintes para o detalhe. Um artigo suprimido estabelecia, por exemplo, que "homens e mulheres teriam direitos iguais, excetuando-se os períodos de menstruação". Dois deles, que ficaram na redação definitiva, citam a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o que faz dela, talvez, como observou o constituinte Roberto Campos, o único "clube de profissionais" a eternizar-se em um texto constitucional. O detalhismo foi uma opção dos constituintes baseada no que acreditavam ser sua mais nobre missão, como explica o constitucionalista Oscar Vilhena, da Universidade de São Paulo: "Os constituintes queriam assegurar que os abusos da ditadura, como a censura e a perseguição política, não se repetissem. Naquele momento, a maneira mais apropriada de fazer isso parecia ser encravar minuciosamente todos os direitos na Constituição".

Paradoxalmente, a Carta de 88 perpetuou a concentração do poder no Executivo, dando continuidade a uma tradição que remonta ao império. O governo federal se manteve senhor absoluto da chave do cofre, de modo que o grosso dos tributos pagos pelo contribuinte continuou fazendo uma escala nos cofres da União para só então ser distribuído, ao alvitre do poder central, aos estados e municípios. Qual seria a alternativa? Àquela altura, a prática das democracias mais prósperas e estáveis mostrava que o racional seria produzir um orçamento e uma metodologia de repasses menos dependentes do grão-senhor, o Executivo. A Constituição de 88 deu ao Executivo a dádiva das medidas provisórias, um instrumento de regimes parlamentaristas para atos excepcionalíssimos, que, no Brasil, se tornou um meio de legislar sobre qualquer assunto. Diz o filósofo Roberto Romano, da Unicamp: "O modelo aprovado pelos constituintes resultou numa concentração ainda mais aguda de poderes no governo central, o que causa um desequilíbrio na harmonia do sistema democrático. Esse presidencialismo imperial levou ao enfraquecimento do Congresso e do sistema partidário".

Não faltaram momentos críticos para pôr à prova o modelo de resistência do DNA democrático da Carta de 88. O mais agudo deles foi o processo de impeachment do presidente Fernando Collor, todo ele conduzido dentro da legalidade pelo Congresso. Nas crises de corrupção que se seguiram, seja no governo Fernando Henrique Cardoso, seja recentemente, no escândalo do mensalão, no governo Lula, não se cogitou recorrer a ações que agredissem o arcabouço democrático. Tudo foi resolvido dentro dos preceitos legais. Nos últimos anos, o governo Lula lançou, em seguidas ocasiões, projetos para tentar controlar a imprensa ou censurar manifestações artísticas. Sempre em vão. A mais recente delas, um projeto que prevê punição ao jornalista que divulgar o conteúdo de escutas telefônicas feitas com autorização judicial, já recebeu tantas críticas que chegou morta ao Congresso Nacional. "O projeto é uma aberração", diz o deputado Miro Teixeira, do PDT do Rio, que participou da Constituinte. "Quando se trata de assuntos constitucionais, como esse projeto que viola a liberdade de imprensa, nunca podemos baixar a guarda. É dever de todos preservar o espírito da Constituição e da democracia."

Às vésperas da promulgação da Carta, José Sarney, ecoando o que lhe informara seu ministro do Planejamento, João Batista de Abreu, fez um sombrio diagnóstico sobre a nova Carta: "Ela tornará o Brasil ingovernável", disse Sarney. Ele se baseava na avaliação – acertada – de que os dispositivos econômicos da Constituição embutiam enormes desequilíbrios. As emendas salvaram-na do vaticínio de Sarney. O presidente da Assembléia Constituinte, deputado Ulysses Guimarães, convocou uma cadeia de rádio e TV para reafirmar suas convicções: "Será a Constituição Cidadã, porque recuperará como cidadãos milhões de brasileiros. O povo nos mandou aqui para fazê-la, não para ter medo". Ulysses tinha certeza de ter produzido uma Constituição com "cheiro de amanhã, não de mofo". À sua maneira, tanto Sarney quanto Ulysses estavam certos. A Carta de 1988 refletiu a hegemonia da sociedade civil e dos princípios democráticos. Seria, portanto, uma redução ociosa classificá-la como boa ou ruim. Ela veio a ser funcional no terreno da política e na arquitetura social – e, graças às dezenas de emendas que recebeu nessas duas décadas, foi se tornando menos pesada na economia. É a cara do Brasil.

Claudio Versiani
EX-RADICAL A visão de Lula sobre a Constituição mudou. Em 1988, ele votou contra. Hoje, é seu defensor

 

"Fizemos uma Constituição extremamente avançada, que
estabeleceu compromissos profundos e radicais com
a democracia e os direitos individuais de todos os cidadãos.
Acredito que a principal razão disso tenha sido a participação
popular, como jamais houve na história deste país.
Ela foi a boa semente desse processo de construção
democrática que vivenciamos até aqui, no maior período
de democracia contínua da história do Brasil."
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva

 



Escrito por Prof. Diego às 01h07
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Especial - Constituição 20 Anos

Pequeno guia das constituições

As constituições podem ser minimalistas ou detalhistas, autoritárias ou liberais, federalistas ou centralizadoras. A questão essencial é se são eficazes. Isso acontece quando elas refletem um acordo entre as forças socias, na época da sua promulgação, e quando criam instituições capazes de lidar com as disputas que surgirão no país com o tempo.

Detalhismo – As constituições mais enxutas tratam principalmente da organização do estado, da relação entre os poderes e dos direitos fundamentais do indivíduo. No século XX, contudo, tornaram-se comuns textos constitucionais detalhistas e dirigistas versando sobre quanto se deve gastar em saúde ou educação, qual a taxa de juro máxima permitida e até qual é o "animal nacional" do país, caso do Nepal – a vaca.

Deus – A invocação da proteção divina aparece em quase todos os preâmbulos das constituições, mesmo naquelas que estabelecem a separação entre Igreja e estado. Invocar Deus demonstra apenas que a sociedade é majoritariamente teísta, ou seja, crê na existência de um ser supremo.

Corbis/Latinstock

Direitos fundamentais – Todas as constituições os garantem. Algumas quase repetem o Bill of Rights, a Declaração de Direitos feita pelo Parlamento inglês em 1689 para proteger os cidadãos ingleses de seu próprio monarca, impondo limites à cobrança de impostos e estabelecendo que ninguém está acima das leis. Com um século de atraso, a Revolução Francesa aprovou em 1789 a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, base da atual Declaração Universal dos Diretos Humanos, consagrando o princípio repetido em muitas constituições modernas, segundo o qual todos os homens nascem iguais, a lei deve ser expressão da vontade geral e os indivíduos só podem ser punidos com base na norma jurídica.

Disposições transitórias – Elas regem a adaptação do estado e do governo entre o fim da vigência de uma Constituição e o início de outra. Preservam direitos adquiridos e evitam rupturas institucionais.

Emendas – A possibilidade de receber emendas é a garantia de que a Constituição se manterá um documento vivo e eficaz – ao mesmo tempo que acalma os impulsos comuns de fazer uma nova Constituição. Emendas podem se tornar até mais famosas que uma Constituição, caso da Primeira Emenda à Constituição americana – a que impede o Congresso de legislar sobre liberdade religiosa, de imprensa e de expressão.

Estado de emergência – É o dispositivo constitucional que suspende temporariamente regras da própria Constituição. Também chamado estado de sítio, é declarado em momentos de perigo extremo, como durante uma guerra. Em nome da segurança nacional, o Executivo pode suspender o direito de ir e vir, a liberdade de imprensa e o sigilo telefônico e liberar buscas e apreensões em qualquer lugar. Nas democracias maduras, o Congresso tem de dar sinal verde.

Interpretação – Tanto as constituições minimalistas quanto as detalhistas precisam ser interpretadas. As altas cortes se ocupam dessa tarefa – no Brasil, desempenhada pelo Supremo Tribunal Federal e, nos Estados Unidos, pela Suprema Corte.

Bettmann/Corbis/Latinstock

Made in USA – As constituições da Alemanha e do Japão foram escritas no final da II Guerra Mundial pelos vencedores – no caso, os americanos. O objetivo precípuo das cartas era evitar o ressurgimento do nazismo, no caso alemão, e do militarismo, no japonês. Os vencidos no campo de batalha tiveram de engolir a humilhação de aceitar uma Constituição escrita por estrangeiros. Os textos, no entanto, revelaram-se tão eficazes que seguem até hoje – e sofreram pouquíssimas alterações.

Não-escritas – Inglaterra, Nova Zelândia e Israel não dispõem de constituições codificadas em um único documento. Os ingleses publicam anualmente edições revisadas de seus estatutos legais, volumes que trazem todos os atos do Parlamento desde 1297. Os países sem uma Constituição escrita baseiam seu sistema jurídico no direito consuetudinário – aquele consagrado pelos costumes.

Joseph Sohm/Corbis/Latinstock

"Nós, o povo..." – Embora invocado por quase todas, é certo que nenhuma Constituição foi esboçada, escrita ou mesmo aprovada pelo povo. A famosa expressão "We the people..." ("Nós, o povo..."), com a qual os fundadores dos Estados Unidos, reunidos em 1787 na Filadélfia, abrem a Constituição, tem uma história curiosa. Como não estavam presentes os representantes de todos os estados federados, temeu-se que a inclusão dos ausentes na abertura do texto pudesse, mais tarde, produzir um episódio desmoralizante: um ou mais deles dizer que não concordava. Então, em um lance de gênio, ocorreu a alguém o "We the people...". A Constituição brasileira de 1988 adotou a expressão "Nós, representantes do povo".

Organização do estado – Estabelecer quais são as funções de cada uma das esferas do poder é atributo básico de qualquer Constituição. Formam o Brasil a União, os estados, os municípios e o Distrito Federal. Antes de 1988, os municípios estavam fora da lista. Eram meras divisões administrativas dos estados. A Constituição brasileira reserva à União prerrogativas exclusivas como declarar guerra, emitir moeda ou fazer alterações ortográficas.

Preâmbulos – Do latim praeambulus, "aquele que vem na frente". São uma apresentação do espírito da Constituição. Sua finalidade é revelar os fundamentos filosóficos, políticos, ideológicos, sociais e econômicos do código jurídico que se apresentará a seguir. Têm tamanho, forma e estilo variáveis. O mais imitado deles é o da Constituição americana, cujos artigos, curiosamente, nunca foram copiados.

Referendo – A França de De Gaulle e a Rússia pós-soviética submeteram a Constituição a referendo popular. Os líderes populistas da América Latina, como o venezuelano Hugo Chávez, o boliviano Evo Morales e o equatoriano Rafael Correa, usam e abusam de referendos para dar legitimidade a suas constituições e leis. A história mostra que quem as faz é que define se as constituições são boas ou ruins, funcionais ou disfuncionais, modernas ou primitivas – não os referendos.

Separação de poderes – O iluminista Charles-Louis de Secondat, que passou para a história como barão de Montesquieu, foi um dos mais brilhantes pensadores da teoria política. É dele a idéia de separar os três poderes e dar a eles independência. Ao Legislativo cabe definir as leis; ao Executivo, aplicá-las; e ao Judiciário, cuidar para que sejam respeitadas. A Inglaterra é democrática sem a separação dos poderes nos moldes de Montesquieu. É exceção.

Transnacional – A União Européia, que já tem moeda e mercado comuns, está buscando consenso entre os países-membros para que eles fiquem sob o guarda-chuva de uma Constituição única. Modernamente, povos diferentes, ocupando territórios distintos, com culturas e histórias particulares, só se uniram sob leis comuns em impérios ditatoriais como o da extinta União Soviética. Há quatro anos os europeus debatem a viabilidade daquela que seria a primeira Constituição transnacional democrática. Franceses, holandeses e irlandeses já se insurgiram contra a idéia e a derrotaram em consultas populares. A grande qualidade de uma Constituição funcional seria o que os juristas chamam de ductilidade, a capacidade do texto de se moldar à realidade e às particularidades de cada país.

Fonte: Revista Veja - Edição 2081 - 8 de outubro de 2008 - páginas 74 a 81.



Escrito por Prof. Diego às 00h57
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Frases Ilustradas

Gostaria de indicar um blog muito legal que conheci recentemente. As imagens a seguir foram copiadas de lá: http://frasesilustradas.blogueisso.com/

 

 

Fonte: http://frasesilustradas.blogueisso.com/



Escrito por Prof. Diego às 18h09
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Simulado 9º Fundamental - Parte 1

1. São características da economia brasileira no final da década de 1920:

 

a) super safra de café e crescente consumo em função da crise americana de 1929, que perdeu consumidores para o Brasil.

b) super safra de café com intenso escoamento.

c) super safra de café, com aumento das vendas para o principal comprador: os EUA.

d) super safra de café, com depósitos abarrotados e suspensão do consumo por parte dos EUA.

e) nenhuma das alternativas.

 

 2. O rompimento da “política do café-com-leite” aconteceu:

 

a) com a eleição de Júlio Prestes (governador de São Paulo) para suceder Washington Luís (também paulista) na presidência da República.

b) com a chegada de Getúlio Vargas à presidência da República, após a Revolução de 1930.

c) com a eleição do candidato mineiro Antõnio Carlos, pois de acordo com a política do café-com-leite, deveria ser eleito um paulista.

d) após a união da Aliança Liberal com o candidato Júlio Prestes.

e) nenhuma das alternativas.

 

3. A Revolução de 1930 teve como objetivo:

 

a) Garantir a posse do presidente eleito Júlio Prestes.

b) Impedir que Getúlio Vargas chegasse à presidência.

c) Derrubar Washington Luís e impedir a posse de Júlio Prestes.

d) Entregar a presidência ao governador de Minas Gerais, Antônio Carlos.

e) nenhuma das alternativas.

 

4. O período “entre-guerras” na Europa é marcado por:

 

a) crises econômicas.

b) aumento do desemprego.

c) altos índices inflacionários.

d) descrença nos valores democráticos.

e) todas as alternativas.



Escrito por Prof. Diego às 20h03
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Simulado 9º Fundamental - Parte 2

5. Os regimes totalitários europeus (nazi-fascismo) eram movimentos:

 

a) socialistas, anti-operários e democráticos.

b) nacionalistas, socialistas e democráticos.

c) nacionalistas, antidemocráticos, anti-operários e anti-socialistas. 

d) anti-operários, antidemocráticos, socialistas e nacionalistas.

e) anti-nacionalistas, anti-socialistas, antidemocráticos e anti-operários.

  

6. Além das regras comuns aos vários fascismos, somente o nazismo (alemão) adotou uma outra:

 

a) autoritarismo

b) anti-semitismo

c) idealismo

d) romantismo

e) nenhuma das alternativas

 

7. Assinale a alternativa que expressa corretamente o que foi a “Marcha sobre Roma”:

 

a) Mussolini, após promover uma passeata que reuniu cerca de 50 mil fascistas, recebeu do rei a missão de formar um novo governo.

b) O rei Vítor Emanuel III organizou uma passeata que reuniu 50 mil italianos contra o fascismo.

c) 50 mil socialistas saíram em marcha pela capital italiana exigindo a legalidade do Partido Socialista Italiano.

d) 50 mil fascistas se reuniram em Roma exigindo o rompimento do fascismo italiano com o nazismo alemão.

e) Nenhuma das alternativas está correta.

 

8. Os principais problemas que Getúlio Vargas precisava resolver em 1930 eram:

 

a) acabar com a crise econômica e criar um sistema político que lhe assegurasse condições de governar.

b) acabar com a crise econômica e restabelecer o domínio das oligarquias na política nacional.

c) aproveitar o momento de prosperidade econômica e expandir a exportação de café e restabelecer o domínio das oligarquias paulistas.

d) garantir a legalidade dos partidos políticos e acabar com a crise econômica.

e) Todas as alternativas estão incorretas.

 

9. A rebelião dos paulistas contra o governo federal, deu-se no dia 9 de julho de 1932, e passou para a História com o nome de “Revolução Constitucionalista”. Essa revolução teve participação:

 

a) do exército, de industriais e estudantes.

b) de industriais, estudantes pequenos burgueses e operários.

c) do exército, de governos de diversos estados e operários.

d) do exército e da classe média paulista.

e) Todas as alternativas estão incorretas.

 

10. A Aliança Nacional Libertadora (a ANL), liderada por Luís Carlos Prestes, defendia em seu programa:

 

a) suspensão definitiva do pagamento da dívida externa

b) nacionalização das empresas estrangeiras.

c) entrega de terras dos grandes proprietários aos trabalhadores do campo.

d) ampliação das liberdades cívicas.

e) Todas as alternativas estão corretas.



Escrito por Prof. Diego às 20h02
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Simulado 1º Médio - Parte 1

1. (FGV-SP) Renascença é a denominação tradicionalmente atribuída às mudanças de caráter cultural, principalmente, ocorridas nos países europeus durante o período que vai, aproximadamente, de 1300 a 1650. E são expressões maiores dessa época nos campos da arte e da ciência os trabalhos de:

 

a) Geord Wilhelm Hegel, August Rodin e Isaac Newton.

b) Immanuel Kant, René Descartes e Antoine Lavoisier.

c) John stuart Mill, Ludwing von Beethoven e Galileu Galilei.

d) August Comte, Richard Wagner e Charles Darwin.

e) William Sheakspeare, Leonardo Da Vinci e Nicolau Copérnico.

 

2. (FMTM-MG) Uma das características das obras do Renascimento está no fato de:

 

a) abordarem temas de intensa religiosidade, perdendo, assim, sua feição leiga.

b) procurarem valorizar o homem, medindo tudo em sua função – o antropocentrismo.

c) tentarem evitar a abordagem de qualquer tema que demonstrasse influência grega.

d) evitarem o envolvimento com temas políticos, como foi o caso de Maquiavel.

e) defenderem a continuidade do uso exclusivo do latim como língua de expressão da intelectualidade.

 

3. (Fatec – SP) Henrique VIII, Lutero e Calvino foram vultos da Reforma Protestante. Indique a alternativa ligada, respectivamente, a seus nomes:

 

a) 95 Teses contra a venda de Indulgências, Instituições da Religião Cristã e Doutrina da Justificação pela Fé.

b) Doutrina da Predestinação Absoluta, criação da Igreja Anglicana Independente e a Paz de Augsburgo.

c) Concílio de Trento, venda de Indulgências e Índex.

d) Criação da Igreja Anglicana Independente, 95 Teses contra a venda de Indulgências e Doutrina da Predestinação Absoluta.

e) Edito de Nantes, Paz de Augsburgo e Paz Kappel.

 

4. (Fundação Cultural de BH – MG) “O homem é o modelo do mundo. A experiência é a mestra das coisas.” (Leonardo Da Vinci). Com relação ao Renascimento artístico, literário e científico, elemento típico do período de transição do feudalismo ao capitalismo, podem ser feitas as seguintes afirmativas, exceto:

 

a) Os humanistas tiveram um papel extremamente importante na difusão das idéias renascentistas.

b) A reflexão sobre problemas humanos levou o homem renascentista à análise de sua própria individualidade, num esforço de autoconhecimento.

c) A visão de mundo político-religiosa medieval continuava a ser o elemento fundamental para a compreensão do homem e do mundo.

d) A riqueza proveniente do comércio financiou artistas, cientistas, arquitetos, que passaram a ser contratados para dar forma às novas realidades sociais.

e) O racionalismo passou a ser a pedra de toque da mentalidade renascentista, estimulando o nascimento da ciência moderna.

 

(Centec-BA) Texto para as questões 5 e 6:

 

“Os teólogos, portanto, tinham toda a preocupação voltada para as almas e para Deus, ou seja, para o mundo transcendente, o mundo dos fenômenos espirituais e imateriais. Os humanistas, por sua vez, voltavam-se para o aqui e o agora, para o mundo concreto dos seres humanos em luta entre si e com a natureza, a fim de terem um controle maior sobre o próprio destino. Por outro lado, a pregação do clero tradicional reforçava a submissão total do homem, em primeiro lugar, à onipotência divina, em segundo, à orientação do clero e, em terceiro, à tutela da nobreza, exaltando no ser humano, sobretudo, os valores da piedade, da mansidão e da disciplina. A postura dos humanistas era completamente diferente, valorizava o que de divino havia em cada homem, induzindo-o a expandir suas forças, a criar e a produzir, agindo sobre o mundo para transforma-lo de acordo com sua vontade e seu interesse.” (Nicolau Sevcenko – prof. História da cultura – USP)

 

 

5. No texto, a característica marcante do movimento humanista-renascentista é:

 

a) espírito crítico voltado para o estímulo às mudanças.

b) supremacia do mundo espiritual sobre o material.

c) valorização da piedade, da mansidão e disciplina.

d) defesa da Igreja e da cultura medievais.

e) reprodução da crença dogmática dos teólogos medievais.

 

6. A crítica dos humanistas era dirigida à sociedade:

 

a) capitalista  

b) feudal

c) comunista

d) escravista 

e) socialista



Escrito por Prof. Diego às 19h59
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Simulado 1º Médio - Parte 2

7. (Cesgranrio – RJ) O regime monárquico absolutista, forma política predominante entre os Estados modernos europeus nos séculos XVI – XVIII, caracterizava-se, do ponto de vista político e social, pelos seguintes aspectos:

 

I.                    concentração de todos os poderes nas mãos do príncipe enquanto soberano absoluto;

II.                  neutralidade do príncipe diante dos conflitos sociais, especialmente quanto aos interesses antagônicos de camponeses, burgueses e aristocratas;

III.                caráter divino da autoridade real, situada acima das leis e dos indivíduos, considerados apenas suditos;

IV.                inexistência de quaisquer limites, mesmo na prática, ao exercício da autoridade despótica do monarca.

 

Assinale:

a) se somente os itens I e III estão corretos.

b) se somente os itens II e IV estão corretos.

c) se somente os itens III e IV estão corretos.

d) se somente os itens I e II estão corretos.

e) se somente os itens II e III estão corretos.

 

8. A produção de açúcar no Brasil colonial:

 

a) possibilitou o povoamento e a colonização de todo o território nacional, enriquecendo grande parte da população.

b) praticada por grandes, médios e pequenos lavradores, permitiu a formação de uma sólida classe média rural.

c) consolidou no Nordeste uma economia baseada no latifundiário monocultor e escravocrata que atendia aos interesses do sistema português.

d) desde o início garantiu o enriquecimento da região Sul do país e foi a base econômica de sua hegemonia na República.

e) não exigindo muitos braços, desencorajou a importação de escravos, liberando capitais para atividades mais lucrativas.

 

9. A união das coroas ibéricas (1580 – 1640) repercutiu desfavoravelmente no Brasil porque:

 

a) a região aurífera do Brasil se transformou em objetivo de exploração por parte dos chamados “peruleiros”.

b) o território brasileiro passou a ser alvo de ataque e conquista por parte dos inimigos da Espanha.

c) o açúcar brasileiro passou a sofrer concorrência com o açúcar antilhano.

d) o ouro brasileiro passou a ser utilizado pela Espanha em suas guerras européias.

e) Todas as alternativas estão corretas.

 

10. (FEI-SP) As duas principais atividades econômicas que Portugal e Espanha incentivaram na América, no início da colonização, foram, respectivamente:

 

a) o cacau na América portuguesa e a mineração do ouro e da prata na América espanhola.

b) a mineração na América portuguesa e a monocultura do tabaco na América espanhola.

c) a monocultura da cana-de-açúcar na América portuguesa e a pecuária na América espanhola.

d) a monocultura da cana-de-açúcar na América portuguesa e a mineração de ouro e de prata na América espanhola.

e) a monocultura do algodão na América portuguesa e a pecuária na América espanhola.

 



Escrito por Prof. Diego às 19h58
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Simulado 2º Médio - Parte 1

1. (UFRS) Com o final da Primeira Guerra Mundial, o Tratado de Versalhes ocupou-se, principalmente:

 

a) da criação de uma organização internacional destinada a garantir a paz: a Sociedade das Nações.

b) dos problemas ligados ao reconhecimento do novo Estado surgido da Revolução Soviética.

c) da regulamentação da paz com a Alemanha, incluindo a cessão de territórios, indenizações e desarmamento.

d) do desmembramento do Império Austro-Húngaro, formando-se novos Estados: Áustria, Tchecoslováquia, Iugoslávia e Hungria.

e) da reorganização das fronteiras das nações balcânicas, devido à desagregação dos impérios Turco e Austro-Húngaro.

 

 

2. (PUCSP) A disputa pelo poder na União Soviética entre Trotsky e Stálin, após a morte de Lênin, em 1924, teve como eixo a discussão sobre:

 

a) a expansão ou não da revolução socialista mundial como forma de consolidar internamente o regime.

b) a questão da autonomia das nacionalidades da Rússia Branca.

c) as propostas de priorizar os investimentos sociais sobre as necessidades da industrialização.

d) a extinção dos planos qüinqüenais, sobretudo os relativos à coletivização.

e) o poder dos sovietes de soldados e camponeses na administração provincial.

 

3. (CRESCEM) a Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918), depois de várias fases de operações militares, apresentou uma fase de guerra submarina, iniciada em 1917, cuja principal conseqüência imediata foi:

 

a) o abandono do princípio da neutralidade pela Suíça, Holanda e Espanha.

b) a entrada dos Estados Unidos da América do Norte no conflito europeu.

c) a derrota da armada dos impérios centrais na batalha naval da Jutlândia.

d) o afastamento dos russos do conflito, após a assinatura do Tratado de Brest-Litovsk.

e) a vitória das forças militares alemãs na batalha de Tannenberg.

 

4. (UF Pelotas) O Governo Provisório, organizado logo após a Proclamação da República, tomou uma série de medidas, entre elas a:

 

a) promulgação da Lei Áurea.

b) libertação de Bento Gonçalves.

c) separação entre Igreja e Estado.

d) criação de um sistema de parceria.

e) pacificação da Balaiada, no Maranhão.



Escrito por Prof. Diego às 19h54
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Simulado 2º Médio - Parte 2

5. (PUC) A respeito da Guerra de Canudos, liderada por Antônio Conselheiro é correto afirmar que:

 

a) ocorreu entre a presidência de Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

b) caracterizava o descontentamento das nascentes classes urbanas da sociedade brasileira.

c) inspirou a obra “Vidas Secas” de Graciliano Ramos.

d) era interpretado pela classe política da época como uma ameaça à ordem social e à estabilidade da República recém instituída.

e) esse movimento caracterizou-se por ser único enquanto expressão da insatisfação das baixas camadas da população rural, durante a República Velha.

 

 

6. (Metodista) O Tenentismo, movimento revolucionário que marcou toda a década de 20, iniciou-se:

 

a) com a Revolução Gaúcha de 1923.

b) com a Coluna Prestes de 1924 – 1927.

c) com a Revolução Paulista de 1924.

d) com a Revolta do Forte de Copacabana de 1922.

e) nenhuma das alternativas.

 

 

7. O impacto da Revolução Russa de 1917, aliado ao surgimento do proletariado no Brasil, proporcionou o surgimento, em 1922:

 

a) da Revolta Federalista.

b) da crise da política oligárquica.

c) da crise da economia cafeeira.

d) do movimento chamado Tenentismo.

e) do Partido Comunista do Brasil.

 

8. (MACKENZIE) Com relação às eleições na República Velha, é válido afirmar que:

 

a) os candidatos pertenciam, em sua maioria, às camadas populares.

b) era freqüente o aparecimento de candidatos militares que se opunham à oligarquia cafeeira.

c) os coronéis controlavam os “currais eleitorais” e, através do voto de cabresto, consolidavam as oligarquias a nível municipal.

d) o eleitorado era bastante politizado, utilizando-se do voto para a transformação das estruturas políticas e econômicas do país.

e) as eleições eram indiretas e as mulheres tinham direito ao voto.

 

 

9. (Universidade de Maringá) Quando eclodiu a Revolução de 1930, era presidente do Brasil:

 

a) Júlio Prestes de Albuquerque

b) Epitácio Pessoa

c) Artur Bernardes

d) Washington Luís

e) Getúlio Dornelles Vargas

 

 

10. (UF Pelotas) De acordo com a política do “café-com-leite”, Washington Luís deveria apoiar a candidatura do mineiro Antônio Carlos Ribeiro de Andrade para a sucessão presidencial. Entretanto o presidente preferiu quebrar a tradição e trabalhar para o candidato paulista:

 

a) Getúlio Vargas

b) Artur Bernardes

c) Júlio Prestes de Albuquerque

d) Venceslau Brás

e) João Pessoa



Escrito por Prof. Diego às 19h52
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Simulado 3º Médio - Parte 1

1. Entre as propostas formuladas no século XVIII por Montesquieu, em sua obra O Espírito das Leis, podemos citar:

 

a. separação dos poderes em executivo, legislativo e judiciário;

b. sufrágio universal;

c. parlamentarismo bi-cameral inteiramente de base eletiva;

d. responsabilidade ministerial ate o Parlamento;

e. regime presidencialista.

 

2. (CESGRANRIO) O movimento conhecido como Ilustração ou Iluminismo marcou uma revolução intelectual, ocorrida na sociedade européia ao longo do século XVIII. O Iluminismo, em seu âmbito intelectual, expressou a:

 

a. negação do humanismo renascentista baseado no experimentalismo, na física e na matemática.

b. aceitação do dogmatismo católico e da escolástica medieval.

c. defesa dos pressupostos políticos e das práticas econômicas do Estado do Antigo Regime.

d. consolidação do racionalismo como fundamento do conhecimento humano.

e. supremacia da idéia de providência divina para a explicação dos fenômenos  naturais.

 

3. (UFSCar-SP) Considere as proposições abaixo e assinale as que se incluem entre as idéias políticas e sociais defendidas pelos escritores iluministas do século XVIII.

 

I. A razão é o único guia infalível da sabedoria e é o único critério para o julgamento do bem e do mal.

II. A prosperidade de um país está condicionada à acumulação de metais preciosos, ouro e prata.

III. O poder político vem de Deus, que é a fonte única de toda autoridade.

IV. O homem é naturalmente bom e a educação aperfeiçoa as suas qualidades inatas.

V. O poder político emana do povo, que deve ter o direito de escolher os seus governantes.

 

a)                 I, II e IV.

b)                 I, III e V.

c)                 II, III e IV.

d)                 II, III e V.

e)                 I, IV e V.

 

4. Para derrotar a Inglaterra, o meio encontrado por Napoleão foi decretar, em 1806, o Bloqueio Continental, proibindo os países europeus de comerciarem com os ingleses. Ele pretendia arruinar a poderosa economia inglesa. Devido à dependência de Portugal em relação à Inglaterra, D. João foi obrigado pelo embaixador inglês em Lisboa, Lord Strangford, a assinar uma convenção secreta que estabelecia:

 

a. a transferência da sede da monarquia portuguesa para o Brasil

b. a integração da marinha lusa à inglesa

c. entrega da Ilha da Madeira aos ingleses

d. a concessão de um porto livre aos ingleses

e. todas as alternativas estão corretas

 

5. Com a transferência da Corte Portuguesa para o Brasil, os impostos foram aumentados para cobrir as despesas desta viagem.  O aumento dos impostos foi um dos fatores que influenciaram:

 

a. A Revolução Inglesa (1820)

b. A Revolução Pernambucana (1817)

c. A abertura dos portos brasileiros (1808)

d. O Tratado de Aliança e Amizade (1810)

e. Todas as alternativas estão incorretas

 



Escrito por Prof. Diego às 19h48
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Simulado 3º Médio - Parte 2

6. A transferência do governo português para o Brasil, em 1808, teve ligação estreita com o processo de emancipação política da colônia porque:

 

a. Introduziu as idéias liberais na colônia, incentivando várias rebeliões.

b. Reforçou os laços de dependência e monopólio do sistema colonial, aumentando a insatisfação dos colonos.

c. Incentivou as atividades mercantis, contrariando os interesses da grande lavoura.

d. Instalou no Brasil a estrutura do Estado português, reforçando a unidade e a autonomia da colônia.

e. Favoreceu os comerciantes portugueses, prejudicando os brasileiros e os ingleses ligados ao comércio de importação.

 

 

7. A Revolução Liberal do Porto de 1820 teve importância decisiva para a Independência do Brasil. Isso porque

 

a.      O movimento português estimulou as idéias liberais da elite agrária brasileira, direcionando-a para a emancipação do Brasil.

b.      D. João VI adotou uma postura intransigente e reacionária diante do movimento liberal, o que levou os setores dominantes da sociedade brasileira a expulsá-lo do país.

c.      Os revolucionários portugueses, congraçando-se com os liberais brasileiros, apoiaram as reivindicações emancipacionistas destes últimos.

d.      Adotando uma atitude recolonizadora em relação ao Brasil, a Assembléia Constituinte instalada após a Revolução do Porto provocou a reação da aristocracia rural brasileira.

e.      O príncipe-regente D. Pedro foi incumbido pelas Cortes Portuguesas, instaladas após a Revolução do Porto, de dirigir o processo emancipacionista brasileiro de forma a preservar os interesses de Portugal.

 

 

8. O chamado período do Terror (1793-94), no processo da Revolução Francesa, teve como uma de suas características:

 

a. o radicalismo político, centrado, especialmente, na figura de Robespierre.

b. a ocorrência de vários golpes de Estado ora à direita ora à esquerda, com sucesso.

c. O afastamento dos jacobinos do poder, em face de seu espírito de conciliação.

d. O envolvimento dos girondinos na defesa das idéias de Saint-Just.

e. A preocupação em elaborar uma constituição que protegesse os direitos do homem.

 

 

9. (ENEM-2007) Em 4 de julho de 1776, as treze colônias que vieram inicialmente a constituir os Estados Unidos da América (EUA) declaravam sua independência e justificavam a ruptura do Pacto Colonial. Em palavras profundamente subversivas para a época, afirmavam a igualdade dos homens e apregoavam como seus direitos inalienáveis: o direito à vida, à liberdade e à busca da felicidade. Afirmavam que o poder dos governantes, aos quais cabia a defesa daqueles direitos, derivava dos governados.

Esses conceitos revolucionários que ecoavam o Iluminismo foram retomados com maior vigor e amplitude treze anos mais tarde, em 1789, na França.

 

Emília Viotti da Costa. Apresentação da coleção. In: Wladimir Pomar.

Revolução Chinesa. São Paulo: UNESP, 2003 (com adaptações).

 

Considerando o texto acima, acerca da independência dos EUA e da Revolução Francesa, assinale a opção correta.

 

a. A independência dos EUA e a Revolução Francesa integravam o mesmo contexto histórico, mas se baseavam em princípios e ideais opostos.

b.  O processo revolucionário francês identificou-se com o movimento de independência norte-americana no apoio ao absolutismo esclarecido.

c. Tanto nos EUA quanto na França, as teses iluministas sustentavam a luta pelo reconhecimento dos direitos considerados essenciais à dignidade humana.

d. Por ter sido pioneira, a Revolução Francesa exerceu forte influência no desencadeamento da independência norte-americana.

e. Ao romper o Pacto Colonial, a Revolução Francesa abriu o caminho para as independências das colônias ibéricas situadas na América.

 

10. (FGV) A relação entre a Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763) e a Declaração da Independência dos EUA está em que:

 

a. os exércitos ingleses, deslocados para a defesa do território americano, adestraram os colonos nas artes militares;

b. em razão das despesas que tivera com a guerra, a Inglaterra exigiu das colônias que assumissem os encargos de sua defesa, da recuperação do tesouro e do comércio britânico.

c. A Inglaterra armou batalhões americanos para eventuais necessidades bélicas. Ao final da guerra, a disparidade de forças era tão sensível que os americanos sentiram-se tentados a desafiar a Metrópole;

d. Tendo a Inglaterra recebido colônias africanas como divida de guerra, desinteressou-se das colônias americanas que, fora de controle, declararam-se independentes;

e. A Inglaterra preferiu “perder” as colônias quando percebeu que, por causa da insatisfação reinante, os colonos poderiam atacar a Metrópole.



Escrito por Prof. Diego às 19h46
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